O TomOS organiza catálogo, porcentagens e operação de artistas e equipes num mesmo sistema. Não é plataforma de IA. Não é super app. É sistema operacional da cadeia criativa.
A cadeia criativa sobreviveu décadas em informalidade. Catálogos espalhados em planilhas. Porcentagens combinadas em conversa que ninguém lembra direito. Aprovações em três grupos de WhatsApp. Briefings em e-mail, em DM, em ligação. Royalties na correria.
A informalidade vira gargalo. O TomOS nasce dessa observação.
Três módulos que conversam. Cada um responde a uma dor real que apareceu primeiro como urgência da operação, depois como funcionalidade do sistema.
Organiza obras, gravações, conexões e porcentagens. Centraliza escuta, comentário e decisão por faixa.
Coordena o trabalho diário entre artista, equipe e parceiros. É o que tá aberto agora pra fora.
Reúne contexto, conversa, equipe e decisão num só lugar. Vista executiva do operador.


O TomOS começou em 2024 como sistema interno dentro de um ecossistema criativo em Belo Horizonte. Resolvia caos operacional concreto: catálogo em planilha, pedidos entrando por mensagem, porcentagens combinadas em DM.
Funcionou. Em vez de virar ferramenta interna esquecida, virou pilar do TomOS, produto da Pala Studio, IP 100%, aberto devagar pra mais artistas, produtoras e selos que reconheçam o problema.

A porta de entrada é o OD. Sistema da operação criativa pra produção de eventos, shows, gravações, audiovisual. Em uso diário, abrindo devagar pra novos estúdios.
Catálogo e Mesa ficam pra próxima fase.
Menos planilha, mais sistema. Mais clareza sobre catálogo, porcentagens e operação.